Juíza suspende ação do Vasco pelo Maracanã por reconhecer que já existe outra ação no TJ
Sexta-feira, 02/10/2026 - 11:50
J.Americo @JAmerico1969
Informação: Juiza não decide o pedido feito porcentender Haver continênci/conexão com a ação popular anteriormente impetrada. Decisão das as 11:32 de hj



Fonte: X do jornalista José Américo/Vasco Connection


✠Estagiário do VASCO✠ @EstagiarioVasco
🚨 JUSTIÇA SUSPENDE AÇÃO DO VASCO PELO MARACANÃ — MAS DEIXA CAMINHO ABERTO

Apuração de @naosoujornal e @EstagiarioVasco

A juíza da 2ª Vara Cível reconheceu que já existe outra ação, com recurso no TJ-RJ, discutindo exatamente a disponibilização do Maracanã para Vasco x Boca.

Por isso, para evitar decisões conflitantes, determinou a suspensão do processo do Vasco.

Mas atenção: a liminar do Vasco não foi julgada nem negada.

A Fla-Flu terá 48 horas para se manifestar sobre o pedido de liminar. Depois, o processo será suspenso por 20 dias.

E existe uma possibilidade importante: se o TJ-RJ determinar que a 2ª Vara Cível analise o pedido, a questão poderá voltar a ser apreciada.

A disputa pelo Maracanã continua. 👀



Fonte: X Estagiário do Vasco


Atenção, Vascaínos! @AVascainos
MAS AINDA NÃO ACABOU
Após a decisão da juíza por não dar razão definitiva ao pleito do Vasco para ter o Maracanã liberado, apuramos junto a advogados e fontes no clube que:

Essa decisão mostra, principalmente, que o Vasco não teve o pedido de liminar rejeitado no mérito. A juíza da 2ª Vara Cível optou por não decidir agora porque existe outra ação tratando essencialmente do mesmo objetivo — a liberação do Maracanã — e essa discussão já chegou à 5ª Câmara de Direito Público do TJRJ.

O ponto mais importante é a prevenção: na interpretação da magistrada, como o Tribunal já está analisando recurso relacionado à mesma controvérsia, uma nova decisão da 2ª Vara Cível poderia criar duas determinações judiciais incompatíveis sobre o Maracanã. Por isso, ela sinaliza que a definição deve passar primeiro pelo Tribunal.

Ao mesmo tempo, ela tomou uma medida de cautela importante: mandou intimar a Fla-Flu Serviços S.A. para responder em 48 horas ao pedido de liminar do Vasco. Isso deixa o processo preparado caso o Tribunal entenda que não há prevenção e determine que a própria 2ª Vara Cível examine a tutela de urgência.

O QUE O VASCO PODE FAZER?

O caminho processual que parece mais relevante é concentrar esforços imediatamente no TJRJ, especialmente porque existe o prazo esportivo para definição do estádio.

O Vasco pode tentar demonstrar ao Tribunal que há diferenças entre as duas demandas: uma é uma Ação Popular proposta por um terceiro, enquanto a outra foi ajuizada pelo próprio Vasco contra a concessionária, com relação jurídica, fundamentos e pedidos que podem não ser integralmente idênticos. Se o Tribunal entender que não existe prevenção/conexão suficiente para impedir a análise, o pedido pode voltar à 2ª Vara Cível para decisão.

Há ainda outra possibilidade: dependendo da estratégia processual e do conteúdo exato do despacho, questionar diretamente a decisão que deixou de apreciar a tutela de urgência, buscando uma definição rápida sobre quem efetivamente deve decidir a liminar.

E o prazo de 48 horas dado à Fla-Flu é relevante: depois da manifestação da concessionária, o processo fica mais maduro para uma eventual decisão imediata caso o Tribunal devolva a competência à 2ª Vara.

Em termos práticos, o Vasco ainda está vivo nessa disputa. Não houve uma decisão dizendo que o clube não pode jogar contra o Boca no Maracanã; houve, por enquanto, uma discussão sobre qual órgão judicial deve decidir esse pedido.
Seguimos na apuração e novos fatos estão por vir.



Fonte: X Atenção Vascaínos